Sejam bem-vindos e voltem sempre! Muito obrigado pelos comentários
Sobre o comentário do Allan:
Agora sobre o tópico podemos dizer que infelizmente você sempre (quando digo sempre, é sempre mesmo) que atua com um cargo gerencial gera inimigos, seja a pessoa que queria seu lugar, ou a pessoa que queria um amigo no seu lugar ou pessoas que tem interesses obscuros em seus projetos, com o tempo aprendi que conviver com esse tipo de pessoa é simplesmente orbrigatório quando se trata em gerenciamento de projeto, o que nos resta é aprender a lidar com esse tipo de pessoas e situações pois eles sempre vão estar te observando e sempre vão estar ali para apontar seus erros.
Allan, será mesmo impossível? Eu não tenho tanta certeza. Mas a pergunta que resta mais importante, para mim, é: Desejamos ser amigos de todos ou é melhor termos inimigos? A guerra é sempre ruim?
Eu pergunto isso pois imagino algumas situações de que uma "guerra declarada" seja mais benéfica que uma "paz armada". Benéfico para a empresa, que pode ter dois profissionais competindo por uma posição, por exemplo, e querendo mostrar mais resultado. Mas também benéfico para as pessoas, que não seriam obrigadas a viver em uma posição na qual não se sentem confortáveis.
Mesmo as guerras sangrentas precisam de regras - e elas são seguidas. Como exemplo, em guerras reais, normalmente o pessoal da cruz vermelha não é atacado. Mesmo quando atacar a cruz vermelha poderia trazer certo tipo de vantagem estratégica para o seu exército. Eu não estou certo que uma guerra declarada "com regras" seja sempre indesejada.
Não defendo - jamais - o "plantio" de inimigos. Criar inimigos artificialmente me parece estúpido. Mas entendo que, em algumas circunstâncias, posicionar-se contra uma pessoa possa ser mais benéfico que uma posição neutra.
O problema é que não é tão simples reconhecer um ex-inimigo. Ao invés de mostrar valor, como o autor propõe, essa pessoa não pode tentar dividir o time, minar sua influência ou prejudicar seu projeto de alguma forma?
Poder pode. Mas um ex-inimigo declarado sabe que estará sendo vigiado de perto. Sabe que uma tentativa de "minar" o seu projeto será percebida rapidamente e disparará as "ações de contigência". E isso o impedirá de fazê-lo. Esse é o ponto de vista do autor, que até faz sentido...
Simples, seja ético e não erre!
Isso eu assino em baixo. Até porque existe a 5ª lei, que não parece à priori tão polêmica... que a gente vai discutir no futuro...